Hoje quando acordei com aquele mau-humor do cão, pensei em sumir! Pensei na possibilidade de me mudar de cidade, começar uma vida nova. Fazia minhas reclamações matinais. Pensava nas dores em meu corpo e no exagero do fim de semana. Pensava em meus impulsos e no quanto eles me prejudicavam as vezes. Pensava que alguma coisa em minha vida não estava indo bem. Daí entrei no fotolog do Henrique, li o que ele escreveu. Veio-me aquela sensação estranha de arrependimento nos pensamentos anteriores.
De repente chego na Pró-arte, começo meu dia de trabalho. Na correria esqueço um pouco os maus pensamentos.
Abro meu email e lá estava um email inusitado. Meu pai, que não vejo há 1 ano e meio e que as tentativas de reconciliação não tiveram sucesso. Mas aquele email me fez refletir sobre "valores". Valor do próximo, valor das coisas mínimas, valor de momentos.
De repente uma mulher na frente da escola perde a mão na máquina de caldo de cana. O resgate, o desespero, a gritaria... foi chocante! E eu trabalhando em meu computador, e alguém que ganhava a vida fazendo caldo de cana simplesmente PERDE A MÃO!
O que eu tenho em minha vida se eu perco minha mão? E ela? Como ela vai sustentar-se sem o instrumento de trabalho??
Então mais tarde minha amiga de Rondonópolis me conta que tentaram matar seu pai. Um homem que cresceu muito na vida e, hoje em dia, tem seus bens materiais de muito valor. E simplesmente há pessoas querendo matá-lo por ter conquistado uma "boa vida" financeira!
Agora me pergunto... Pra que tanto desespero, mau-humor, desavenças, incertezas, reclamações, ganância? Por que jogar a vida fora com tudo isso???
Um email inusitado me fez pensar no perdão. O sofrimento alheio me fez pensar além da compaixão. O fato de perder me fez refletir sobre o ganhar.
Daqui não levamos nada, então por que não viver feliz?
Viver não é tão difícil como pensamos. Aproveitar a vida não é errar, se você souber respeitar e amar aquilo ao seu redor. A gente perde tempo pensando no acontecer, nas conseqüências, e não aproveita a felicidade do momento!
Pelo menos quando a fase que eu passo agora acabar, eu serei feliz em lembrar!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Expresse aquilo que sente agora da maneira que puder
Fale, sinta, aja
Não continue me matando em esperança
Não continue se escondendo!
Me humilhe, me xingue
Mas vomite o que pensa de mim
Me despedace de uma vez
Me tire a ilusão da raiz!
Mas não continue se escondendo!
Eu sei e compreendo o tempo
Mas não entendo você.
E o tempo a cada dia me mostra
Aquilo que não quero ver
Então por que não me mostra você?
Por que você não me mostra?
Fale, sinta, aja
Não continue me matando em esperança
Não continue se escondendo!
Me humilhe, me xingue
Mas vomite o que pensa de mim
Me despedace de uma vez
Me tire a ilusão da raiz!
Mas não continue se escondendo!
Eu sei e compreendo o tempo
Mas não entendo você.
E o tempo a cada dia me mostra
Aquilo que não quero ver
Então por que não me mostra você?
Por que você não me mostra?
Há algum tempo este blog me serviu como uma terapia. Esses dias mesmo reli vários posts. Ri. Chorei. O que escrevi foram momentos. Momentos de angústias, de ansiedade, de tristeza. Estava em uma fase onde precisava de algo para expor, sendo que não tinha para quem expor aquilo que estava entalado em minha garganta. Mas por realmente não querer.
Parece que quando eu criei o blog, eu estava em uma caixinha, presa, guardada, e após a construção deste, eu me soltei.
Acontece que há momentos aqui que já passaram, e que não voltam mais. E há momentos ainda que persistem e que tão cedo não vão mudar.
Enfim... hoje estou querendo dar vida nova ao blog, que me ajudou a amadurecer e ser o que sou e estar aqui no dia de hoje. Me ajudou muito soltar tudo aquilo que me fazia mal.
Tão irônico uma pessoa como eu (arara, arara!) não conseguir expressar aquilo que mais me afeta.
Mas é assim mesmo. É a minha personalidade. A espontaneidade muitas vezes é confundida com a futilidade, superficialidade. Mas não é bem assim.
Expressar o que realmente te afeta é uma tarefa difícil. E eu faço melhor com a mão, caneta, teclado, mouse. Muitas vezes com metáforas. Muitas vezes com poesia. Muitas vezes com música. Muitas vezes, muitas vezes.
Tenho uma amiga que usa a expressão em suas pinturas, desenhos, projetos. Quando você vê seus trabalhos, enxerga tudo aquilo que com palavras ninguém consegue entender.
Tenho outros amigos que com o violão, a guitarra, o baixo, expressam melhor.
Cada um expressa da maneira que quer, mas o importante é expressar!
E dou vida novamente ao blog para vomitar minhas aflições, tristezas, ansiedades, etc. Seja através de música, de desenhos, de poesia e principalmente de pensamentos, que aqui libertarei.
Parece que quando eu criei o blog, eu estava em uma caixinha, presa, guardada, e após a construção deste, eu me soltei.
Acontece que há momentos aqui que já passaram, e que não voltam mais. E há momentos ainda que persistem e que tão cedo não vão mudar.
Enfim... hoje estou querendo dar vida nova ao blog, que me ajudou a amadurecer e ser o que sou e estar aqui no dia de hoje. Me ajudou muito soltar tudo aquilo que me fazia mal.
Tão irônico uma pessoa como eu (arara, arara!) não conseguir expressar aquilo que mais me afeta.
Mas é assim mesmo. É a minha personalidade. A espontaneidade muitas vezes é confundida com a futilidade, superficialidade. Mas não é bem assim.
Expressar o que realmente te afeta é uma tarefa difícil. E eu faço melhor com a mão, caneta, teclado, mouse. Muitas vezes com metáforas. Muitas vezes com poesia. Muitas vezes com música. Muitas vezes, muitas vezes.
Tenho uma amiga que usa a expressão em suas pinturas, desenhos, projetos. Quando você vê seus trabalhos, enxerga tudo aquilo que com palavras ninguém consegue entender.
Tenho outros amigos que com o violão, a guitarra, o baixo, expressam melhor.
Cada um expressa da maneira que quer, mas o importante é expressar!
E dou vida novamente ao blog para vomitar minhas aflições, tristezas, ansiedades, etc. Seja através de música, de desenhos, de poesia e principalmente de pensamentos, que aqui libertarei.
sábado, 5 de janeiro de 2008
Novo ano
E começa mais um ano. Hoje acabei de chegar de uma semana super fervida. Valeu a pena? Sim, claro. Baladas, música, risadas sem fim, momentos únicos. Mas hoje estou aqui. Sozinha. Totalmente sozinha. Me sentindo culpada por ter gasto mais do que podia. Culpada por ter ficado fora de mim por vários momentos. Culpada por agir tanto por impulso e não pensar nas consequências. Eu sinto, agora, que o que mostro muitas vezes não é o que sou realmente. Eu sinto, agora, que as pessoas que não convivem comigo me veêm diferente do que realmente sou. Eu sinto, agora, que eu preciso me organizar melhor, valorizar outras coisas, cuidar de mim em outros aspectos. Ver a vida com outros olhos. Saber controlar razões e emoções. Saber usá-las no momento certo.
Eu sinto que há detalhes que eu preciso melhorar. Não se deve sempre ir além daquilo que pode. Muitas vezes é bem melhor seguir sua intuição.
O que eu quero de 2008? Quero amadurecer. Quero aprender. Quero compartilhar. Quero momentos sóbrios. Quero momentos de risos. Quero música. Quero arte. Quero aquilo que eu sei que consigo. Quero amor. Quero amar. Quero ser feliz. Eu mereço.
Eu sinto que há detalhes que eu preciso melhorar. Não se deve sempre ir além daquilo que pode. Muitas vezes é bem melhor seguir sua intuição.
O que eu quero de 2008? Quero amadurecer. Quero aprender. Quero compartilhar. Quero momentos sóbrios. Quero momentos de risos. Quero música. Quero arte. Quero aquilo que eu sei que consigo. Quero amor. Quero amar. Quero ser feliz. Eu mereço.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Mais uma etapa concluída!
E após 4 anos de estudo, concluo a Universidade. Tenho uma profissão. Pelo menos no papel...
Nesses 4 anos aprendi muito, mas muito além das disciplinas prospostas. Entrei menina de tudo, um pouco ingênua, sem maldade, assustada com as novidades. Termino mulher, mais madura, vacinada de certas hipocrisias e mais preparada pra seguir um futuro melhor.
O curso tem a minha cara, apesar de eu ter escolhido meio de última hora, mas hoje vejo que me identifiquei.
O TCC foi emocionante. Pra concluí-lo muito estress, mas na apresentação parece que tudo foi lindo! Lágrimas, abraços... o estress teve um bom resultado. Não sei se manterei vínculos pra vida toda, mas pelo menos em minha lembrança muita coisa ficará.
Enfim, foram 4 anos que valeram a pena. Os trucos nos intervalos, a pausa para o cigarro, os risos na sala... algumas amizades.
Agora a história muda. Acabou aquela responsabilidade acadêmica, o relógio despertando as 06:15, o soneca sendo habilitado, o ônibus perdido, o dia todo fora de casa, a cama como minha melhor amiga. Agora minha responsabilidade é no trabalho. Me dedicar, ganhar meu salário, pagar minhas contas, fazer dívidas, me alimentar. Se quando entrei pra faculdade não tinha nada com o que me preocupar, saio com uma casa para manter. Como as coisas mudam!
A nova fase que entro é de calma. É o momento em que preciso ser responsável, pensar mais antes de agir. A fase que entro agora é a maior prova de que sou capaz e que minha vida só está começando.
E eu tenho capacidade de crescer. Sozinha ou não, mas vou alcançar muitos objetivos.
Ainda há alguns obstáculos, mas nada que eu não vá superar, sempre mantendo minha cabeça erguida, confiando em meu potencial, amando o meu próximo e sendo feliz!
Sim, estou feliz! Em certos pontos muito realizada. E sei que a tendência é melhorar...
ouvindo: Keane - Is it any wonder?
Nesses 4 anos aprendi muito, mas muito além das disciplinas prospostas. Entrei menina de tudo, um pouco ingênua, sem maldade, assustada com as novidades. Termino mulher, mais madura, vacinada de certas hipocrisias e mais preparada pra seguir um futuro melhor.
O curso tem a minha cara, apesar de eu ter escolhido meio de última hora, mas hoje vejo que me identifiquei.
O TCC foi emocionante. Pra concluí-lo muito estress, mas na apresentação parece que tudo foi lindo! Lágrimas, abraços... o estress teve um bom resultado. Não sei se manterei vínculos pra vida toda, mas pelo menos em minha lembrança muita coisa ficará.
Enfim, foram 4 anos que valeram a pena. Os trucos nos intervalos, a pausa para o cigarro, os risos na sala... algumas amizades.
Agora a história muda. Acabou aquela responsabilidade acadêmica, o relógio despertando as 06:15, o soneca sendo habilitado, o ônibus perdido, o dia todo fora de casa, a cama como minha melhor amiga. Agora minha responsabilidade é no trabalho. Me dedicar, ganhar meu salário, pagar minhas contas, fazer dívidas, me alimentar. Se quando entrei pra faculdade não tinha nada com o que me preocupar, saio com uma casa para manter. Como as coisas mudam!
A nova fase que entro é de calma. É o momento em que preciso ser responsável, pensar mais antes de agir. A fase que entro agora é a maior prova de que sou capaz e que minha vida só está começando.
E eu tenho capacidade de crescer. Sozinha ou não, mas vou alcançar muitos objetivos.
Ainda há alguns obstáculos, mas nada que eu não vá superar, sempre mantendo minha cabeça erguida, confiando em meu potencial, amando o meu próximo e sendo feliz!
Sim, estou feliz! Em certos pontos muito realizada. E sei que a tendência é melhorar...
ouvindo: Keane - Is it any wonder?
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Tempo, mano velho.
Quando nos dizem que o tempo é o melhor remédio, as vezes não analisamos com calma e sabedoria. É a pura verdade. O tempo nos mostra, nos esconde, nos liberta. Os fatos ocorrem quando menos esperamos, e o remédio é sempre o tempo. Os fatos ocorrem devido ao tempo. Tempo que você ganhou assistindo um filme com alguém legal, ou perdeu deixando de estar em outro lugar. Tempo que você ganhou dançando e se jogando com seus amigos, ou perdeu ao invés de estar ouvindo música ou assistindo um filme com alguém legal. Escolhas...impulsos...perder... ganhar.
Talvez a minha fase atual seja de ganhos. Pelo menos é o que sinto. Tenho amigos, tenho turma...Voltei, enfim, para a vida social. Danço, rio, bebo, não bebo, converso, choro... Encaro meus problemas com mais maturidade. Muita coisa mudou sim, e agradeço a Deus tudo que estou somando no momento. E foi com tempo... tive o tempo para conhecer pessoas, amar, me decepcionar... Tive tempo pra decisões, pra argumentos, pra errar e pra acertar. Tudo em 1 ano. Mudei de emprego, mudei de casa, mudei de hábitos. Conheci pessoas, gostei de caras, me decepcionei com muitos. Mas tudo, absolutamente tudo que ocorreu comigo nos últimos tempos me serviu de aprendizado. Talvez agora eu dê valor para coisas e pessoas que realmente merecem, e principalmente agora eu dou valor a mim mesma.
Não espero mais das pessoas, porque já conheço minha capacidade. Já não preciso mais esperar, justamente pelo fato de poder me decepcionar. Prefiro confiar primeiramente em mim, pra depois poder confiar em outra pessoa.
Neste ano, que já está quase na reta final, eu amadureci o suficiente para confirmar toda minha capacidade, e conhecer certos limites desconhecidos. Neste ano tive tempo para me amar mais, e até amar mais o próximo. Neste ano o tempo me mostrou pessoas que valem a pena, e outras que não. Neste ano eu percebi que amigos podem ser família, família pode ser amigos, mas tudo no seu limite. Neste ano aprendi que a reciprocidade as vezes não funciona quando não há interpretação, quando na verdade se espera demais o retorno do outro. Neste ano muita coisa mudou. Mas ele ainda não acabou... Talvez ainda o tempo me mostre mais coisas. Talvez o tempo me proporcione algo melhor. Talvez o tempo ainda me reserve mais surpresas. E agora eu aprendi a esperar... Agora o momento é sempre aproveitável. E é ao tempo que eu peço sempre, sempre paciência. E é a paciência que me ajuda a continuar alimentando minha felicidade.
Eu estou feliz.
Ouvindo: Kasabian - Shoot the runner
Lendo: Nadaaaaa... começaram as aulas!
Filme que recomendo: Nenhum... ultimamente não assisti nenhum recomendável.
Talvez a minha fase atual seja de ganhos. Pelo menos é o que sinto. Tenho amigos, tenho turma...Voltei, enfim, para a vida social. Danço, rio, bebo, não bebo, converso, choro... Encaro meus problemas com mais maturidade. Muita coisa mudou sim, e agradeço a Deus tudo que estou somando no momento. E foi com tempo... tive o tempo para conhecer pessoas, amar, me decepcionar... Tive tempo pra decisões, pra argumentos, pra errar e pra acertar. Tudo em 1 ano. Mudei de emprego, mudei de casa, mudei de hábitos. Conheci pessoas, gostei de caras, me decepcionei com muitos. Mas tudo, absolutamente tudo que ocorreu comigo nos últimos tempos me serviu de aprendizado. Talvez agora eu dê valor para coisas e pessoas que realmente merecem, e principalmente agora eu dou valor a mim mesma.
Não espero mais das pessoas, porque já conheço minha capacidade. Já não preciso mais esperar, justamente pelo fato de poder me decepcionar. Prefiro confiar primeiramente em mim, pra depois poder confiar em outra pessoa.
Neste ano, que já está quase na reta final, eu amadureci o suficiente para confirmar toda minha capacidade, e conhecer certos limites desconhecidos. Neste ano tive tempo para me amar mais, e até amar mais o próximo. Neste ano o tempo me mostrou pessoas que valem a pena, e outras que não. Neste ano eu percebi que amigos podem ser família, família pode ser amigos, mas tudo no seu limite. Neste ano aprendi que a reciprocidade as vezes não funciona quando não há interpretação, quando na verdade se espera demais o retorno do outro. Neste ano muita coisa mudou. Mas ele ainda não acabou... Talvez ainda o tempo me mostre mais coisas. Talvez o tempo me proporcione algo melhor. Talvez o tempo ainda me reserve mais surpresas. E agora eu aprendi a esperar... Agora o momento é sempre aproveitável. E é ao tempo que eu peço sempre, sempre paciência. E é a paciência que me ajuda a continuar alimentando minha felicidade.
Eu estou feliz.
Ouvindo: Kasabian - Shoot the runner
Lendo: Nadaaaaa... começaram as aulas!
Filme que recomendo: Nenhum... ultimamente não assisti nenhum recomendável.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Amigos...
Quando somos crianças, aquelas que brincam com você são seus amigos, independente do que elas têm ou do que fazem longe você. Provavelmente a amizade mais pura que você tem em vida. Na adolescência seus amigos são aqueles que te influenciam de alguma forma, ou no vestir, ou no ouvir, ou no assistir, sobretudo no agir. Seus amigos são cools, e você tem sempre que fazer exatamente o que eles fazem. Alguns ficam porque de alguma forma se tornaram íntimos o suficiente para amadurecer com você. Outros você encontra na rua e nem mesmo cumprimenta.
Na faculdade você se depara com outro mundo. Sem regras. Ninguém vai te proibir de ir ao banheiro ou de fumar no corredor. Então seus amigos são aqueles que te acompanham no fumódromo, que marcam churrasco, que te chamam pra balada; ou aqueles que dividem trabalho, as vezes pedem pra você colocar o nome dele, as vezes o contrário. Acabou a faculdade, alguns continuam dividindo uma vida profissional ou mesmo fazem questão de continuar
Ah, os amigos de balada! São aqueles que quase não são amigos de verdade. Será? Você pode ter amigos de balada e não dividir intimidades. Eu nunca alimento este tipo de amizade, porque não consigo ficar do lado de alguém que não tem assunto sem ser bebidas, cigarros, paqueras efêmeras... Não! Me recuso a ter amigos assim porque isso não se classifica como amigos.
Os amigos de trabalho que dividem tarefas e um cotidiano árduo (as vezes não, rs). Que as vezes, no meu caso por exemplo, são muito mais experientes e servem também para dividir experiências pessoais. Que te agüentam naquele dia de estress ou naquele dia de euforia. Quando você deixa o serviço, deixa as amizades. Acabou o vínculo, acabou a amizade.
Amigos virtuais no mundo de hoje existe de monte. Então quando você os conhece pessoalmente acabam transpassando barreiras. Aconteceu comigo. No meu caso, tenho só que agradecer a Deus as pessoas iluminadas que apareceram virtualmente pra mim. Algumas somem, algumas ficam, mas de algum modo passaram pela minha vida deixando marcas.
Meus amigos de infância são minha família. Meus amigos de adolescência, os que tenho contato, restaram-se dois ou três, o resto ainda vejo no orkut fazendo volume no número de amigos. Meus amigos da faculdade... bem, eles existem sim...os do meu grupo. Os amigos do trabalho, só os do atual e a Paula. Os virtuais restaram poucos dos tantos que conheci. Então eu penso...tive tantos amigos assim?? Claro que não. Talvez em determinada época tinha mais afinidade com tais pessoas e vice-versa.
Amigos são aqueles que você pede colo quando está triste. Compartilha alegrias. Ouve músicas (se não tem um gosto igual, respeita). Briga e reconcilia. Sai junto, nem se for pra tomar um sorvete. Mas amigos de verdade são aqueles que te fazem falta.
Amigos são contados nos dedos mesmo. Eu não tenho dúvida disso. Se eu parar pra contar quantas pessoas eu conheci e quantas pessoas são minhas amigas eu me surpreenderei, mas não fico decepcionada. Aqueles que não ficaram em minha vida não eram pra ficar. Talvez meu vínculo aumente. Talvez meus amigos de hoje não serão os de amanhã. Talvez meus amigos de amanhã sejam exatamente os mesmos de hoje. Talvez eu reencontre amigos que eu nunca pensei serem amigos. Mas de uma coisa eu sei... não posso viver sem amigos.
Ouvindo: The Pipettes
Lendo: O estrangeiro - Albert Camus
Filme que recomendo: Crianças Invisíveis - Vários diretores.
Na faculdade você se depara com outro mundo. Sem regras. Ninguém vai te proibir de ir ao banheiro ou de fumar no corredor. Então seus amigos são aqueles que te acompanham no fumódromo, que marcam churrasco, que te chamam pra balada; ou aqueles que dividem trabalho, as vezes pedem pra você colocar o nome dele, as vezes o contrário. Acabou a faculdade, alguns continuam dividindo uma vida profissional ou mesmo fazem questão de continuar
Ah, os amigos de balada! São aqueles que quase não são amigos de verdade. Será? Você pode ter amigos de balada e não dividir intimidades. Eu nunca alimento este tipo de amizade, porque não consigo ficar do lado de alguém que não tem assunto sem ser bebidas, cigarros, paqueras efêmeras... Não! Me recuso a ter amigos assim porque isso não se classifica como amigos.
Os amigos de trabalho que dividem tarefas e um cotidiano árduo (as vezes não, rs). Que as vezes, no meu caso por exemplo, são muito mais experientes e servem também para dividir experiências pessoais. Que te agüentam naquele dia de estress ou naquele dia de euforia. Quando você deixa o serviço, deixa as amizades. Acabou o vínculo, acabou a amizade.
Amigos virtuais no mundo de hoje existe de monte. Então quando você os conhece pessoalmente acabam transpassando barreiras. Aconteceu comigo. No meu caso, tenho só que agradecer a Deus as pessoas iluminadas que apareceram virtualmente pra mim. Algumas somem, algumas ficam, mas de algum modo passaram pela minha vida deixando marcas.
Meus amigos de infância são minha família. Meus amigos de adolescência, os que tenho contato, restaram-se dois ou três, o resto ainda vejo no orkut fazendo volume no número de amigos. Meus amigos da faculdade... bem, eles existem sim...os do meu grupo. Os amigos do trabalho, só os do atual e a Paula. Os virtuais restaram poucos dos tantos que conheci. Então eu penso...tive tantos amigos assim?? Claro que não. Talvez em determinada época tinha mais afinidade com tais pessoas e vice-versa.
Amigos são aqueles que você pede colo quando está triste. Compartilha alegrias. Ouve músicas (se não tem um gosto igual, respeita). Briga e reconcilia. Sai junto, nem se for pra tomar um sorvete. Mas amigos de verdade são aqueles que te fazem falta.
Amigos são contados nos dedos mesmo. Eu não tenho dúvida disso. Se eu parar pra contar quantas pessoas eu conheci e quantas pessoas são minhas amigas eu me surpreenderei, mas não fico decepcionada. Aqueles que não ficaram em minha vida não eram pra ficar. Talvez meu vínculo aumente. Talvez meus amigos de hoje não serão os de amanhã. Talvez meus amigos de amanhã sejam exatamente os mesmos de hoje. Talvez eu reencontre amigos que eu nunca pensei serem amigos. Mas de uma coisa eu sei... não posso viver sem amigos.
Ouvindo: The Pipettes
Lendo: O estrangeiro - Albert Camus
Filme que recomendo: Crianças Invisíveis - Vários diretores.
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